A Aliança Chega de Soja reúne povos e comunidades diretamente afetados pela produção e exportação de soja e outras commodities agrícolas na Amazônia e no Cerrado, juntamente a dezenas de movimentos sociais e organizações da sociedade civil.

Lutamos contra a expansão do agronegócio monocultor-exportador e seus destruidores projetos de infraestrutura, como a Ferrogrão e os portos e hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins - o chamado Arco Norte.

Defendemos outra visão de infraestrutura e planejamento para a Amazônia e o Cerrado, com respeito aos direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionais, valorização da produção familiar e agroecológica, e preservação de nossa sociobiodiversidade.

QUEREMOS COMIDA SAUDÁVEL, BARATA E SEM VENENO NA MESA DE TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS.

Assine
mãos semeando

NOSSOS OBJETIVOS

  • Impedir a implementação dos corredores logísticos que compõem o Arco Norte e limitar a atividade agrícola monocultura-exportadora na Amazônia e no Cerrado.
  • Promover a soberania alimentar e nutricional, a expansão da agroecologia, os direitos territoriais e o desenvolvimento de caminhos de sociobiodiversidade.
mão segurando semente
grafismo grafismo

A Aliança Chega de Soja é resultado de um processo de reformulação da Aliança Ferrogrão Não, criada em março de 2024, com o objetivo de barrar o projeto de de ferrovia, impulsionado pelas grandes tradigns do agronegócio, que pretende ligar Sinop (MT) a Miritituba (PA).

Com mais de 40 organizações, a campanha contra a Ferrogrão tem sido bem sucedida em evitar o avanço do projeto e visibilizar suas falhas e impactos.